“Em todos os momentos de minha vida, sempre oscilei entre a tristeza e a alegria. Na maior parte do tempo prevaleceu a alegria. E é por isto, que me considero como uma pessoa alegre. Tento viver minha vida pautada entre eu e os que estão próximos de mim. Minha família e meus amigos. Não tenho pretensão de ser o maior e nem de focar minha vida na vida de ninguém que não me diz respeito. Como alguém que tem fé, oro todos os dias. Nestas orações, peço sempre por todas as pessoas, amigas ou afastadas. Peço também a meu querido Deus que aumente o grau que eu tenho de humildade e de bem-querer aos seres humanos. Isto se vale porque desde muito tempo adotei como filosofia pessoal amar ao próximo como a mim mesmo. Agora mesmo, sinto-me feliz por escrever estas linhas e saber que vou publicar em pouco tempo no meu blog. Também sei que mais na frente (amanha ou daqui a dez, vinte dias, quem sabe), por algum motivo, ficarei triste. Esta tristeza considero como algo normal nas equações químicas disto que chamo corpo humano. Nestes últimos tempos, tenho andado ou corrido bastante, o que vem trazendo um vigor. Tenho também a companhia quase diariamente de meu filho Pedro. E a cada dia que divido com ele, entendo o quanto o amo. É muito bom ter Pedro por perto. É um amor que por si só extrapola até outros campos. Outro ponto, mais que um ponto, um amor e uma âncora em minha vida é Keila. Esta que considero a mulher de minha vida, meu grande amor. No mais é isto. Para quem acha que eu já passei por coisas absurdas, digo-lhe apenas que fui palhaço de todo este circo social. Mas que, com uma boa cabeça que tenho, entendo que preciso ser feliz e seguir a minha vida corrigindo os erros de comportamento que ainda tenho. E para você que acha que minha vida serve de alguma forma como um “reality show”, falo que não tem importância nenhuma. É uma vida de um ser humano mediano: que não incomoda ninguém, que não se diz e nem se acha importante e nem vê sua vida como algo que merece atenção além dos que estão perto de mim. Amo você que acabou de ler estas linhas. Para todos, os que se preocupam, os que nada importam e os que especulam como ninguém: é só.”
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Como estou?
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Escola de Agronomia: UFRB!

- Outro, veja a Escola de Agronomia.
- Sim Um, vejo quase todos os dias. O que é que tem?
- Veja Outro. Veja os prédios antigos, veja quadra, vejo o bosque, veja as casas de professores e as casas dos funcionários. Veja a residência, o hospital e os pastos. Veja seus pequenos caminhos escondidos, veja todas as cercas e percorra todos seus limites geográficos.
- Sim Um, não vejo aonde quer chegar.
- Não é aonde, é onde quero chegar. Veja com os olhos do coração Outro, que só eles são capazes de traduzir o que quero que vejas. Veja a Escola de cima pelo satélite, veja os eucaliptos e os que não mais existem. Vejas seus vários trajetos improvisados para andar e correr. Veja seus prédios antigos e dentro dele seus banheiros, suas salas, diretorias, bibliotecas, laboratórios e etc. Veja Outro, preste bem atenção agora, veja o cheiro das turmas de 50, de 60, de 70 até os dias atuais. Quantos mistérios, segredos e vidas. Muita nostalgia embrulhada nas nuvens das lembranças.
- Vejo tudo isto Um, mas ainda não vejo o que queres que veja.
- É só ver a Escola que podemos ver tudo isto. É vermos os quantos casais aqui se fizeram. E quantos outros se desfizeram. Quantos se formaram. Quantos se foram antes de se formar. Quantos até hoje tentam se formar. Quantos professores viveram aqui e com suas famílias. Quantos filhos e filhas cresceram desta escola. Quantos cresceram vendo de fora para terminar sua vida vendo-a de dentro. Quantos que de fora vieram e traçaram para o resto da vida destino ligado a Cruz das Almas, a Escola de Agronomia. Quantos riram voltando das aulas, quantos choraram ao pé de uma jaqueira. Quantos por aqui se preocuparam e quantos outros quase nada daqui notaram. Mas o que vale mesmo meu querido Outro, é quantos por aqui deixaram um pouco de suas vidas e levaram um pouco das vidas que passaram por aqui. Veja, amigo Um, os outros em nós, sendo nós em cada um deles. E todos entrelaçados pelo que agora já não é tanto, mas será uma eterna ligação entre muitos pelo mundo afora: UFRB.
- Poxa Um, agora estou onde me pediu para chegar.
- Estais onde Outro?
- Na Linda História da Escola de Agronomia.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Corpos, Mentes e Substâncias: (in)Realidades.

- Pois é Flavinho, achei-a tão linda. Corpo formoso, mente boa e pessoa que se alimenta tão bem?
- Como Carlos? A Lúcia. Pelo amor de deus, cai na real. Ela tá bem abaixo dos padrões de beleza, muito calada, talvez por isto achou de equilíbrio. E cá pra nós, não comer carne não significa ter uma boa alimentação. Quantos e quantos centenários tem por aí que come rabada até o dia da morte, melhor, feijoada daquela que não afunda uma colher se solta na superfície de tanto oleosidade.
- É Flávio, não dá pra conversar com você, você pensa tão diferente de mim. Fico pensando como pode, você, estudado, ficar tão longe da realidade. Veja eu falando de uma mulher ideal e você menosprezando.
- Carlos meu amigo, sai da ilusão, você que está totalmente fora da real. Mulher mesmo é a Mônica. Veja ela, faz atividade física, gosta de festa e tem um bumbum daqueles, como toda mulher deveria ter.
- Flávio, você tá falando de uma mulher que não tem peito.
- Tem um peitinho ideal. Mulher de peitão tá por fora. E veja, fuma um cigarro só de vez em quando. Percebeu, tem domínio próprio, isto é equilíbrio.
- Dá pra falar com você não. Você não entende nada de mulher. E dizer que usar pouco cigarro é equilíbrio, você me deixa até triste assim.
- Quem não entende de mulher é você.
Fernando que estava calado até então, interrompe o debate:
- E o que acham da Gisele!
Flavio e Carlos em conjunto derramam:
- Hãm!? Você ficou maluco?
terça-feira, 11 de outubro de 2011
A Ordem dos Templários e a sua indecisão
Parar de fazer Sol
Há quem se engane em não ver certa alegria na tristeza. No mesmo viés, saudade não é só aperto. A ausência da saudade seria o tédio da permanência. Então, é bom por perto até certo tempo. Mas deixemos de miúdos e passemos para o grosso. E dizia assim o filósofo Grossum da antiga Solitéia, baixo sul da Grécia moderna:
Ao que o surfista em intercâmbio, retrucou: "mas meu pai me mandou aqui para estudar...".
Usando uma de suas ferramentas convincentes encontradas nos livros das táticas pacientes, retrucou o guru barrigudo e cervejeiro: "Seu pai meu p... quando ele te mandou para cá, a Grécia ainda não tava nesta crise toda, então, cale a boca e voltemos com a dança da chuva. Uga Guga, Guga Uga.".
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Passageiros ao caminho da morte.
Querer encarar a morte não é um querer. Mesmo que queiramos ir ou saber o que tem depois dela, gostaríamos de fazer isto a sobrepondo. Mas é uma parede necessária. O quê? A morte ora esta! É o que estamos a falar ou já queres desviar da parede (digo do assunto), como sempre?
Embora tentes desviar, preciso ser claro para Roberto aqui no satyrobertinho. Veja então a passagem que trago do meu livro das obviedades:
"Somos passageiros no caminho da vida em direção a morte". Ser passageiro é nada mais do que deixar de ser presente um dia. É como algo que permanece no passado do jeito que ficou, estático. Em direção a morte, não é preciso explicar. Porquê? Como se pode explicar a fobia para quem sofre dela?
Meu satyagraha, o que compor?
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Quê de Rotina!
Quê de Rotina?
Um diz: “Quão bom é ter uma rotina”.
Um continua: “Quão bom é saber o que fazer durante o dia”.
Um Finaliza: “Quão bom é ter o conforto da previsibilidade!”.
Outro pontua: “Quão ruim é ter a inquietude da criatividade”.
Outro refaz: “Quão ruim é ter a ansiedade do novo”.
Outro se finge de besta: “Quão ruim o desconforto do que não se sabe por vim”.
Reflita. Não acate as afirmações acima. Reflita. Tire 20 minutos para pensar nisto. Agora prossiga.
Um e Outro: “Somos personagens e nem por isto deixamos de criar reflexões”.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Pecado
- Vejo o pecado como um instrumento de coesão. Sua criação se submete a uma manipulação.
- Outro, como assim? Então não existe pecado. Podemos fazer de tudo?
- Amigo Um, não existir de fato o pecado não é desfazer do bem.
- Mas Outro, o pecado não é o contrário do bem?
- Não UM. O Pecado é humano, criado e utilizado como uma ferramenta.
- Outro, veja o que falas, você pode não ir pro Céu com tais crenças.
- Céu é outra invenção meu caro.
- Que diabos estamos fazendo então nesta terra?
- Tentando aprender o que nos dá sentido.
- E o que nós dá sentido?
- Amar. Amor. Se dar, nos dar.
- Só isto?
- É o suficiente. É o motivo.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Cruz das Almas

Diálogo entre Uns e Outros.
- Um, gosto muito de aniversário. A Cidade de Cruz das Almas fez aniversário no último dia 29.
- Outro, que legal!
- Sim. Não entendo como algumas pessoas falam mal da cidade em que nasceu. Gosto de quase todos os lugares, especialmente Cruz das Almas.
- Pois é Outro. Uns e outros não sabem viver. Eles falariam mal mesmo que tivessem nascidos na Flórida ou qualquer outro lugar bacana.
- Verdade meu grande amigo Um. Muita gente não sabe viver. Reclamam muito do que vem de fora e não percebem o quanto triste são pelo que vem de dentro. Vixe! Filosofei.
- Profundo meu grande amigo Outro.
- Um, estou muito feliz estes dias. Não aguento mais, vou ter que falar: Gosto muito de você.
- Outro, como é bom ouvir isto! Não espera estas palavras do seu jeito rude. Te amo também.
- Êpa Um! Amar não! Assim parece coisa de fresco. Eu disse que só gostava.
- Vá pra merda Outro. Você é mesmo insensível.
-????????
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Mallu, Hum...Um...Hum...Outro
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Destruir para Construir
Construir sem destruir...
E assim dizia Um para o Outro:
- É com pesar que você sofra por ter um coração bom. Por se desgarrar de coisas que é importante na filosofia em que vivemos. Tudo gira em torno de conceitos que criamos e adotamos. Nunca fiz mal a ninguém que não seja baseado em conceitos sociais. Que não seja pela visão dos outros de que aquilo é ruim e não deveria ser feito. É como ser gordo ou homossexual. Não se faz mal por ser, mas outros sofrem e repudiam ao invés de respeitar.
O Outro que não cansou de ouvir, disse:
- Continue.
Um continuou:
- Sofro por desfazer-se de mim e ter que seguir conceitos. Sofro porque entendo.
Outro interrompe porque achou que foi suficiente e disse:
- Sofre porque queres!
Um, num golpe de entendimento, replicou:
- Você tem razão. Obrigado pelo conselho, já não sofro mais.
terça-feira, 19 de julho de 2011

- Ei Outro, how are you?
- Hum....Falando em inglês UM, que chique!
- Chique são os obras de arte de Kacinho Flores. Olha aí a que ele me deu.
- Mas UM, isto é assustador!
- É Chique.!
- Assustador!
- É Chique e pronto!
- É assustador e pronto!
- Mas Outro, ele disse que tem um lá para te dar.
- É chique este menino, viu!?!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Um ao invés do Outro
-Hein, Fernando, manda o Outro ir lá buscar a lenha?
-Antônio, porque não Um ao invés do Outro
-É verdade, é melhor Um ir do que o Outro não ir.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Aniversário
- Sim Outro.
- Hoje é aniversário de nosso criador.
- Eu sei Outro. Está pensando em fazer algo?
- Como Um, como? Somos personagens fictícios! Não...Ham!(?)!Hum!!!1
- Teve alguma idéia??
- Sim. Tive Um(a) Idéia.
- Também tive Outr(a) Idéia!
- A minha é para nos postarmos hoje, para fazer-lhe uma surpresa. E a sua?
- Era tirar todas as postagens hoje, para dar folga a todo mundo.
- O que faremos? Nossas idéias são contrárias.
- ?????
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Lhe-vi-a
te quis perto
só em talvez você me querer, se queimou!
por mim arde o fogo de um beijo de sao joao
e me desfecho no conselho: se com sexo brinca...
...aguente o gozar.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Nem Um, Nem Outro
- Sim Outro.
- Richard Dawkins disse...
- Esqueça Dawkins, ele só vale a céticos.
- Mas ele remete um problema que a religião vem...
- Esqueça a Religião, ela só vale a alienações.
- Então...
- Por favor, nem um, nem outro.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Final de Semana
- Sim Um.
- Mesmo quando penso em religião, coisas místicas e Deus, não desfaço de suas existências, mas tenho um olhar racional por trás. Meio que uma fé guiada. Fé pode ser guiada?
- Para ser Fé meu caro Um, tem que correr o risco. A Fé não se sustenta em algo que pode ser provado. E se um dia for provado, há a necessidade de se antever outra coisa mais na frente para se ter uma nova Fé.
- Hum...Um! Então decido que só acreditarei no que ver daqui para frente.
- Não acho prudente.
- ???
- Porque a Fé existe.
- ????
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Lá Sem Dó
- Sim Outro.
- Estou gostando de uma banda nova, chama-se "A mais bonita da cidade".
- É a banda mais bonita da cidade, qual?
- Não. O nome é esse: "A banda mais bonita da cidade".
- Ahh Outro, entendi.
- Um, me diz uma coisa, tem uma música que diz assim: "vá voar com o vento que só lá você existe". Mas eu não sei voar? E agora, o que faço?.
- Fica no teu chão onde só o real existe. E quieto Outro.
terça-feira, 24 de maio de 2011
La fora Amor
domingo, 15 de maio de 2011
Postagens vão, postagens vem
E se agente muda, se o mesmo rio não passa duas vezes no mesmo lugar, também as postagens vão e voltam, nascem, morrem. Não há nada de anormal em ser um ser humano.
Minha pele muda...
segunda-feira, 25 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Para algo tão próximo quanto um vômito!
quinta-feira, 10 de março de 2011
Fé em Deus!
quarta-feira, 9 de março de 2011
Participações Ilimitadas - Mateus Mendes!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O Rio Paraguaçu
“O rio Paraguaçu permeia meu amor.
Seus reflexos saem do leito para meu olhar.
E o olhar dela é da natureza do rio que me completa.
As correntezas são mansas devido à barragem,
assim o meio amor se comporta no freio dos seus lábios.
Se não me devo declarar:
Corto o mato;
Faço um banco;
Acendo um cigarro;
Faço uma fogueira;
Coloco o café que trago na mochila para esquentar:
Tomo um gole com gosto de solidão*!”
*Pode ser bom.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Minhas Admirações - Jacinta Passos



